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DIVERSIDADE: LIDANDO COM DIFERENÇAS
Conviver com pessoas faz parte do cotidiano de todos nós. Seja em casa, no trabalho, em reuniões sociais ... , o relacionamento é necessário para compartilharmos o que vivemos. Quando falamos em pessoas, é importante lembrar de um fator existente entre elas: a diferença.
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RAPPORT
Você pode ter um PhD em comunicação em Harvard, um mestrado em lingüística em Cambridge ou um pós-doutorado em oratória pelo Actors’. Se, entretanto, você não aprendeu a criar e manter rapport com seus interlocutores, nada feito. Você não vai conseguir nem se eleger sub-síndico do seu edifício.
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QUEM NÃO SE COMUNICA SE TRUMBICA
No trabalho, nos lares, nos bares, em qualquer contexto, a dificuldade de se comunicar é uma das principais causas de estresse emocional persistente. Estresse e comunicação formam uma alça de feedback. Se você se comunica mal consigo mesmo – e, conseqüentemente, com os outros –, maiores serão a freqüência e intensidade do estresse em sua vida. Portanto, quando você aprende e pratica as regras da comunicação com seus filhos, com seus pais, sua mulher, seu chefe ou seu cachorro, a qualidade da sua vida e a das pessoas ao seu redor melhora muito, alcançando níveis harmônicos inimagináveis.
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CRENÇAS
"Sempre pensamos em crenças no sentido de credos ou doutrinas; e muitas crenças o são. Mas, no sentido básico, uma crença é qualquer princípio orientador, como, máximas, fé ou paixão que podem proporcionar significado e direção na vida. Estímulos ilimitados estão disponíveis para nós. Crenças são os filtros pré-arranjados e organizados para nossas percepções do mundo. São como bases de comandos do cérebro. Quando acreditamos com convicção que alguma coisa é verdadeira, é como se mandássemos um comando para o cérebro, de como representar o que está ocorrendo. "
(Anthony Robbins)
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OS MONGES E OS CIENTISTAS
Há milênios os monges descobriram a meditação. Agora os cientistas estão descobrindo a meditação através dos monges. E os estudos do que ocorre no cérebro destes “profissionais” enquanto meditam constituem a diferença que faz a diferença. Em priscas eras, Herbert Benson, cardiologista da Universidade Harvard e pioneiro em pesquisas de técnicas orientais, descobriu mudanças interessantes em praticantes de ioga, meditação e relaxamento, caracterizadas pela redução de diversos parâmetros fisiológicos, e que chamou de resposta de relaxamento. A diminuição do ritmo cerebral (de beta para alfa) foi uma destas constatações, sendo estes resultados confirmados por outros investigadores. Não me lembro, amnésico leitor, se foi o próprio Benson a argumentar que o ideal seria trabalhar com meditadores “profissionais”, isto é, pessoas com longa experiência nesta disciplina. Pois não é que isso foi acontecer trinta e tantos anos depois?
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